sábado, 28 de maio de 2011

ecdemomania

Uma pra estrada, uma pra cada molécula de asfalto que passa e pra cada centímetro que você percorreu. É a última chance, a derradeira. É sexta-feira, é noite, e já passou há muito tempo. Agora, é só o sofá e a luz azul-televisiva.

Era pra ser uma coisa, mas foi outra. White horse, wild horses. Ain't this a bittersweet one, my dearest? All right.

É uma sinfonia inteira do Johnny Cash, or is it?

Olha, nem consigo lembrar o que diabos eu queria dizer. Acho que, dadas as circunstâncias, dizer alguma coisa é absolutamente insuficiente; é a ideia certa, mas simplesmente sem a potência necessária para tirá-la do lugar, como tentar chegar à lua num foguete a vapor. E, se eu já disse isso, é só uma coincidência. Ou as coisas realmente chegaram a esse ponto.

Pois então... o que importa, afinal? Não é o entusiasmo, a música alta, as luzes estroboscópicas e nem a onda de misturar (várias) porções de álcool com a saliva de outrem.

Pois é. Depois que acontece, parece tudo tão...