E lá vem aquela liturgia, de novo. De perto, a preguiça acompanha tudo, triunfal como a dama gorda que sempre canta por último, bêbada e rouca como um Matisse on the rocks. De novo você dá um show de ambiguidades, tentando sempre parecer mais inteligente do que realmente é. Pode até funcionar, quem sabe, mas daí a preguiça...
Com o desprendimento Gainsbouguiano, pour tuer le temps, você sabe o que vai acontecer, cedo ou tarde. Acrônimo, acróstico ou acrófobo, a vertigem não é, e nem nunca foi, medo de cair.
Mas a porta é logo ali; você tem muito o que aprender, ainda, para o bem ou para o não.
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